Representante da empresa esteve no Brasil no início do ano para sondar a produção local do iPhone e de iPods.
O Brasil nunca foi um mercado estratégico para os produtos da Apple. Alta carga tributária, mercado ilegal de PCs beirando 45% das vendas e as estonteantes taxas de contrabando de MP3 players — estima-se que 90% dos iPods vendidos no país sejam importados ilegalmente — nunca permitiram que o país aparecesse no radar de Steve Jobs. A própria Apple nunca se empenhou para isso e parecia não se importar de estar entre poucos e privilegiados brasileiros. Tanto é que mantém até hoje menos de dez funcionários contratados no escritório local, representante de modesto 0,1% do faturamento mundial – ou cerca de 24 milhões de dólares dos quase 24 bilhões de dólares conquistados globalmente em 2007. Mas a condição de lanterna na lista de prioridades da Apple está próxima de mudar para o Brasil. O potencial do mercado brasileiro de absorção de celulares de alta tecnologia despertou o interesse da empresa, que sondou o governo federal para conseguir incentivos fiscais e eventualmente produzir por aqui um de seus produtos mais cobiçados: o iPhone. Leia mais

O refrigerante Kuat está com seu visual totalmente renovado. A marca deixou de lado o tradicional verde e vermelho – utilizado pela maioria das fabricantes de refrigerante de guaraná – e elegeu o dourado como principal tom de sua nova identidade. Nas embalagens, em vez de folhas ou qualquer outra poluição visual, destaca-se apenas o nome do produto, com uma grafia também rejuvenescida, além do “K” característico, junto à esfera vermelha já utilizada anteriormente.